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segunda-feira, 31 de agosto de 2009

a morte



Vi homens que sorriam com grande paz no meio da dor provocada pela cegueira, pela paralisia, pelo desemprego, por um cancro, pela morte de alguém muito querido. E vi pessoas - fisicamente saudáveis, sem inimigos, sem dificuldades exteriores - intimamente desfeitas pelo peso da culpa, pela perda da esperança, pela recusa de amar.
Estou convencido de que somos o nosso pior inimigo. Aquilo que vem de fora toca-nos na periferia, mas não penetra no interior da cidadela. Aquilo que fazemos, porém, alcança o núcleo do nosso ser.
(Paulo Geraldo)


Aos "outros", a morte paralisa-os e espanta-os. - A nós, a morte - a Vida - dá-nos ânimo e impulso. Para eles, é o fim; para nós, o princípio.
(Josemaria Escrivá)


A culpa é o oposto da inocência, a culpa destrói a inocência. E, depois disso acontecer, será necessário recuperá-la, se aspirarmos - e aspiramos - a viver sempre. Talvez a grande tarefa da nossa vida seja tornarmo-nos de novo meninos: virmos a ser, por um esforço de vontade, aquilo que eles são pela idade.
(Paulo Geraldo)

Sem dúvida, a morte não fazia parte da natureza, mas tornou-se natural; porque Deus não instituiu a morte ao princípio, mas deu-a como remédio. Condenada pelo pecado a um trabalho contínuo e a lamentações insuportáveis, a vida dos homens começou a ser miserável. Deus teve de pôr fim a estes males, para que a morte restituísse o que a vida tinha perdido. Com efeito, a imortalidade seria mais penosa que benéfica, se não fosse promovida pela graça.
(Santo Ambrósio)

A ideia de morrer talvez trinta anos mais tarde não estraga as alegrias de um homem. Trinta anos, três dias... é uma questão de perspectiva.
(Saint-Exupéry, Terra dos Homens)

Com a morte diante dos olhos a questão do significado da vida torna-se inevitável.
(Bento XVI, Spes Salvi)


Todas as coisas daqui de baixo são um punhado de cinza. Pensa nos milhões de pessoas - já defuntas - "importantes" e "recentes", de quem ninguém se lembra.
(Josemaria Escrivá)

Não faças da morte uma tragédia, porque o não é! Só filhos sem coração não se entusiasmam com o encontro com os pais!
(Josemaria Escrivá)

A vida é a infância da nossa imortalidade.
(Goethe)

Quem venceu o medo da morte venceu todos os outros medos.
(Mahatma Gandhi)

Morcego Vampiro


Poucos animais são tão mal vistos e causam tanta repugnância quanto estas interessantes e mal compreendidas criaturas voadoras, que desenvolveram o peculiar hábito de se alimentar de sangue. Na verdade, das cerca de 1.100 espécies de morcegos conhecidas em todo o planeta, apenas três são de morcegos vampiros. E apenas uma (a mais comum - Desmodeus rotundus) preda exclusivamente mamíferos. As outras duas – Diaemus youngi e Diphylla ecaudata – alimentam-se de diversos vertebrados, preferencialmente aves.
Os morcegos vampiros sempre estiveram restritos às Américas e até hoje nenhum fóssil de espécies desse tipo foi encontrado em outro continente.

Essa constatação sempre gera surpresa, já que grande parte da população tende a associar os morcegos vampiros às lendas sobre ‘mortos-vivos’ que mordem o pescoço das pessoas para beber o seu sangue (como na história do conde Drácula, da região da Transilvânia, na actual Roménia) e a outros mitos europeus.
A lenda do Conde Drácula foi muito popular na idade média, fruto das histórias contadas pelos monges à volta da lareira para os ajudar a passar as longas noites frias. Embora durante alguns séculos esta história tenha sido quase esquecida, o romance escrito por Bram Stoker, em 1897, fez reviver esta figura lendária com tal êxito que actualmente é a obra de ficção que mais apareceu no cinema, na realidade em mais de uma centena de filmes, até à mais recente interpretação de Gary Oldman dirigido por Francis Ford Coppolla. Existe uma clara relação histórica entre o Drácula e a Transilvânia. Vlad Drácula nasceu em 1431, na povoação de Sigihisoara, tendo governado o Sul da Roménia até à sua morte com a idade de 45 anos, de uma forma tão sanguinária e brutal, que lhe valeu a imortalidade.

O nome Drácula tem origem na ordem de Dragão atribuída a seu pai, que embora sendo também um dos nomes em romeno para Satanás não era considerada uma ordem maligna. No entanto, hábitos como o empalamento de pessoas, aliadas a outras práticas pouco ortodoxas desenvolvidas ao longo de toda uma vida, valeram-lhe ser considerado como o filho do Diabo.
Desmodus rotundus é a espécie mais comum de morcego vampiro. Em função do seu hábito alimentar peculiar, talvez seja uma das espécies de morcegos mais bem estudadas de todo o mundo. Já as outras duas espécies são mais raras e, por isso, as suas características são bem menos conhecidas. O morcego-vampiro-comum tem cerca de 35 cm de envergadura (distância entre as pontas das asas abertas), pesa entre 25 e 40 gramas e pode ser considerado de médio porte, comparado às cerca de 150 outras espécies desses animais que ocorrem no Brasil. A pelagem desse morcego é bastante macia, em geral de coloração cinza brilhante, mas pode apresentar também tons avermelhados, dourados ou mesmo alaranjados.

Os morcegos vampiros só se alimentam de sangue e não conseguem sobreviver mais de três dias sem ele. O sangue é um tipo de alimento que exige características específicas para seu consumo e, por isso, o morcego vampiro tem várias adaptações nesse sentido. A sua dentição, por exemplo, é bem diferente da de um frugívoro: os seus dentes incisivos são maiores, em formato de estilete, mais afiados e projectados para a frente. Isso permite que o animal retire pequenos pedaços de pele e tecido das presas, para obter seu alimento.

Nas crenças dos povos eslavos do Sul, há relatos de que os cadáveres exumados por suspeita de vampirismo apresentavam com frequência erecções. Pensava-se que os vampiros tinham uma apetência sexual imensa e que, frequentemente, eram trazidos de volta unicamente pelo desejo sexual. Por vezes os vampiros voltavam a uma mulher pela qual haviam estado apaixonados, mas cujo amor nunca fora consumado; esta era então convidada a juntar-se a ele no túmulo, a fim de gozar o prazer para toda a eternidade.
biografia:http://deltagata2.blogs.sapo.pt/arquivo/1049953.html

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

A mulher de branco


A Mulher de Branco Essa história que eu contarei para vocês é extremamente verdadeira, aconteceu a mais ou menos cinqüenta anos numa pequena cidade chamada Conchas, interior de São Paulo. Um pequeno boiadeiro tinha uma linda mulher mas ele nunca a tratou bem, ele tinha também um filho que todos da cidade já não iam muito com a sua cara. Pois bem, essa mulher, esposa do boiadeiro, tinha um amante e muitos dessa cidade encobertavam o "romance",porque o boiadeiro era um homem muito ruim e muita gente não gostava dele e o filho estava indo no mesmo caminho que o pai. Acontece que um dia esse filho descobriu que sua mãe tinha caso com esse amante e foi correndo contar ao pai. O pai um homem ruim e descontrolado como era foi ao lugar onde os dois sempre se encontravam, meio perto da cidade, e assassinou os dois. Os dois depois do acontecimento foram praticamente excluídos por todos da cidade. Anos depois aconteceram muitos relatos de que viram uma mulher de branco andando por perto do lugar do assassinato, e existem mesmo relatos que muitos juram de pés juntos que viram a mulher de "camisola" branca andando por ruas escuras da cidade. Os antigos contam que a mulher foi vestida no seu enterro com um tipo de camisola branca e que as características que todos contam do fantasma são iguais a da mulher assassinada. Muitos dizem que ela voltou para vingar a sua morte, para atormentar a vida do filho ingrato que ainda esta vivo.
obs: anonimo: em contrado em um site.http://www.sobrenatural.org/lenda_urbana/detalhar/637/___a_mulher_de_branco/

Comadre Florzinha


Comadre Fulozinha é uma personagem mitológica do Nordeste brasileiro, o espírito de uma cabocla de longos cabelos, ágil, que vive na mata protegendo a natureza dos caçadores, que gosta de ser agradada com presentes, principalmente fumo e mel.
Algumas pessoas a confundem com Caipora (ou Caapora) ou Curupira. Tem personalidade zombeiteira, algumas vezes malvada, outras vezes prestimosa.
Diz-se que açoita violentamente aqueles que adentram suas matas sem levar uma quantidade de fumo como oferenda e também lhes enrola a língua. Furtiva, seu assovio se torna mais baixo quanto mais próxima ela estiver, parecendo estar distante. Ela também gosta de fazer tranças e nós em crina e rabo de cavalo, que ninguém consegue desfazer, somente ela, se for agradada com fumo e mel.
Dizem, também, ser vista à distância em forma de bola de fogo.

Jurupari


Segundo as pessoas antigas, havia em determinado lugar uma tribo de índios.O curandeiro da tribo ao ficar velho, foi levado para longe da aldeia, onde foi deixado sozinho.
Já sendo muito idoso, não conseguiu voltar conforme o tempo passava, os pelos iam crescendo, a barba o cabelo, até que sse transformou em bicho, que nas noites de lua cheia vinha assistir as pessoas que se aproximavam.
Certa noite vários homens saíram para caçar e um deles se dispersou indo com seu cachorro em outra direção.
Os caçadores vendo que ele não voltava, saíram em sua busca, não o encontrando.
Passados alguns dias os caçadores voltaram ao mesmo lugar e encontraram pedaços de roupa do sujeito desaparecido pendurados nas árvores, viram pegadas diferentes e muito grande.
Por volta de meia noite ouviram um batido.Ao amanhecer seguiram os rastros do mesmo que foi dar em uma caverna cheia de ossos, logo constataram que o Jurupari(que era o velho índio) tinha comido o homem e retomaram com muito medo para suas casas.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

domingo, 23 de agosto de 2009

Vampiros


venha para batalha, jogo bite fight, onde vc escolhe ser vampiro ou lobisomem para o compate de muito sanguei e canificina, é um jogo de estrategia!!!!!

a Lua

Na seqüência de "O homem lobo" foi estabelecida uma ligação entre os lobisomens e a lua cheia
Neste artigo, veremos como as pessoas se transformam em lobisomens e o que acontece durante a transformação. Veremos também o que os lobisomens representam em diferentes culturas, além de examinar os eventos históricos e as condições médicas que incitaram algumas comunidades a acreditar que os lobisomens realmente existem.

Prejudiciais ao lobo
Os personagens em "O homem lobo" destroem as raízes dos venenos de lobo e prendem as flores em suas roupas. Esta não é uma idéia muito boa. O veneno de lobo é extremamente tóxico - o termo "veneno de lobo" provavelmente vem de pessoas que utilizam a planta para envenenar lobos. Os horticulturalistas recomendam o uso de luvas ao manipular a planta e em seguida uma lavagem cuidadosa das mãos.

Lobisomem

http://s2.br.bitefight.org/c.php?uid=167741
Mesmo se você nunca viu o filme de 1941 chamado "O homem lobo" provavelmente sabe o que é necessário para matar um lobisomem - uma bala de prata. Isto se deve ao fato de que "O homem lobo" fez para os lobisomens o mesmo que a novela de Bram Stoker feita em 1897, "Drácula" fez aos vampiros. Ele estabeleceu as regras de como os lobisomens devem se comportar.

De acordo com "O homem lobo", se um lobisomem lhe morder, você também irá se transformar em um. A noite se transformará em uma criatura parte-humana, parte-lobo e atacará os seres humanos. No filme original, essa transformação se dá em um declive, onde algumas espécies de acônitos, também conhecidas como hemeróbio (em inglês) ou veneno de lobo, florescem. Na seqüência do filme "O homem lobo" vinculou-se a transformação à lua cheia, uma característica que muitas pessoas associam aos lobisomens atualmente. "O homem lobo" também deixou claro que uma vez que uma pessoa se torna um lobisomem, a única cura é a morte. Tentar pedir ou rezar para querer sair dessa não irá adiantar e nenhuma corrente no mundo poderá impedi-la de atacar outras pessoas

Um lobisomem
Tal como "Drácula", "O homem lobo" é baseado em lendas e histórias que existem a centenas de anos. Entretanto, as balas de prata, a lua cheia, o veneno de lobo e o incurável curso da licantropia têm mais a ver com Hollywood do que com a própria história. Nas histórias e no folclore, existem inúmeros modos de se tornar um lobisomem e a transformação nem sempre é involuntária ou mesmo permanente. Apesar dessas diferenças, a maioria dos lobisomens dos filmes e histórias antigas têm algo em comum. Eles são perigosos, astutos e até mesmo maus, causando medo e terror.

Assim o que existe de tão intrigante e aterrorizador na idéia de se transformar em um animal selvagem? Porque essas histórias existem em tantas culturas ao redor do mundo? As histórias sobre lobisomens têm algum fundamento em fato médico ou científico, ou elas são simplesmente produto da imaginação?